26 set, 2025
Locar tablet empresarial: tudo que sua empresa precisa saber


Projetos apertados, prazos curtos e equipes espalhadas pedem ferramentas que somem da frente e deixem o trabalho aparecer. Nesse contexto, locar tablet empresarial deixa de ser uma alternativa e vira estratégia.
Você recebe dispositivos padronizados, com apps e permissões corretas, prontos para uso, amarrados a SLA de troca e a um MDM que bloqueia, localiza e protege dados.
Em vez de comprar, configurar, dar suporte e “herdar” estoque parado ao final, você contrata um serviço que acompanha o ritmo do negócio.
Este guia traz uma visão completa para quem está avaliando locar tablet empresarial: quando faz sentido, como comparar TCO com compra, o que pedir de MDM e de logística, o passo a passo do projeto, os KPIs que importam e as armadilhas comuns (com as saídas).
A ideia é prática: ajudar você a transformar tablets em infraestrutura elástica e previsível, sem mistério.
Locar tablet empresarial é contratar um serviço — não apenas um hardware. O pacote combina o tablet em si (com capa, película e acessórios), a imagem corporativa com apps e permissões, o MDM (Mobile Device Management) para governança e segurança, a logística de entrega e coleta, e um SLA de suporte e troca quando algo dá errado.
Para a operação, isso se traduz em três ganhos diretos: tempo, padrão e risco menor.
Tempo porque o equipamento chega pronto; padrão porque todo mundo usa o mesmo app na mesma versão; risco menor porque o contrato prevê substituição e proteção de dados.
No financeiro, o movimento é de CapEx para OpEx: sai compra e imobilização de capital, entra despesa recorrente alinhada ao período do projeto.
Ao final do ciclo, a devolução inclui wipe (limpeza segura), baixa de inventário e relatório de incidentes. Você encerra o projeto com a casa arrumada, sem “ativos órfãos” no armário da TI.

Nenhuma solução é universal. A resposta muda conforme prazo, elasticidade, risco e capacidade de TI.
Em operações de curta ou média duração, com picos e vales de demanda, locar tablet empresarial costuma vencer.
Em estruturas estáveis por 24–36 meses, com TI madura e baixo risco de sinistro, comprar pode ser mais barato no custo direto — desde que você assuma suporte, logística e perdas.
O ponto de equilíbrio aparece quando você mede além da etiqueta de preço. Não é só o valor do tablet, mas o que acontece para ele funcionar bem (instalação, updates, suporte, trocas) e quando dá problema (fila parada, equipe ociosa, dados perdidos).
Projetos intensos e distribuídos são implacáveis com improviso: um tablet que não liga no turno crítico custa mais caro do que parece.
Se a sua realidade envolve roll-outs rápidos, padrão rígido de app e SLA de troca porque não dá para parar, locação tende a entregar melhor resultado — mesmo que a mensalidade pareça maior do que a depreciação teórica da compra.
Para decidir com segurança, compare o TCO (Custo Total de Propriedade), não só a etiqueta do aparelho. Some tudo o que pesa no bolso e no tempo da equipe.
Na compra, entram:
Ao locar tablet, considere:
Exemplo ilustrativo por unidade (ajuste à sua realidade):
O número acima não “prova” que locar é sempre mais barato; mostra que, em janelas curtas com risco e logística relevantes, a locação costuma encolher o TCO e, principalmente, reduzir variabilidade (menos surpresas que viram custo indireto).
O tablet virou ferramenta de trabalho em vários cenários. A locação com imagem e MDM é especialmente eficaz quando pessoas, lugares e prazos mudam rápido.
Equipes em rota usam tablet para CRM, assinatura digital, fotos com geotag, catálogos e pedidos.
Com parque locado, você padroniza experiência, corta tempo de onboarding e garante troca rápida em caso de quebra. Os dados voltam limpos, as propostas saem na hora e o dia rende mais.
Inspeções, checklists, leitura de etiquetas, evidências de entrega. O tablet acompanha o trabalho, com apps que funcionam offline e sincronizam depois. MDM impede instalação de apps fora do padrão e protege dados sensíveis, enquanto o SLA segura os piores momentos (chuva, poeira, quedas).
Turmas variáveis, cronogramas apertados. A locação entrega kit idêntico para todo mundo, com app de LMS, vídeo, quiz e scanner.
O instrutor não vira suporte; a turma aprende no dia 1. No fim, wipe e reimaging para a próxima turma.
Credenciamento, coleta de leads, conteúdo e POS móvel. Tablets padronizados reduzem fila e melhoram conversão.
Em dias críticos, contingência local e troca em horas evitam que uma falha derrube o cronograma.
Squads testam apps e experiências em múltiplos modelos. Ao locar tablet você recebe a “matriz” necessária, troca quando muda o sprint e evita imobilizar capital em dezenas de dispositivos que você não precisa o ano inteiro.

Sem MDM, a promessa de padronização cai. É o MDM que aplica políticas, empurra apps e atualizações, bloqueia funções, localiza e limpa dados à distância. Em locar tablet empresarial, entenda exatamente o que o pacote cobre e quem opera o quê.
Toda operação merece o básico: senha/biometria, criptografia ativa, catálogo de apps gerenciados, restrição de instalação manual e DLP (impedir copiar/colar para apps não gerenciados). Em estações públicas, modo quiosque e controle de brilho/volume evitam “ajustes criativos”. Logs de auditoria registram mudanças para cumprir processos e LGPD.
Em locação, o tablet é 100% corporativo — cenário mais simples para privacidade e governança. No BYOD, separar contêiner corporativo do espaço pessoal exige políticas e comunicação cuidadosas.
Para operações de risco e curto prazo, o device corporativo costuma ser a via de menor atrito.
Projetos fluidos se parecem. O ciclo é claro, com donos de cada etapa e acordos visíveis. Isso evita “achismos” quando o relógio aperta.
Mapeie quantidade por praça, datas, perfis de uso (campo, PDV, evento, treinamento), apps obrigatórios, integrações (SSO, CRM, POS), restrições e necessidades de conectividade (chip/eSIM, APN). Quanto mais objetivo o briefing, mais redonda a golden image.
Rode um piloto curto (2–5 dias) em ambiente real. Teste login, comportamento offline, consumo de bateria, câmera, scanner, sincronização e relatórios. Ajuste antes do roll-out; um dia de teste costuma poupar uma semana de suporte.
Entrega em ondas, kits com capa/película, QR de onboarding com 8–10 passos e canais claros de suporte. SLA com prazos por praça e contingência local nos dias críticos. Atualizações sempre fora do horário de pico.
Coleta agendada, inspeção, wipe com evidência, baixa por serial/IMEI e relatório de incidentes. Fechou? Próximo ciclo sem passivo.
Sem número, a conversa vira opinião. Com parque padronizado, medir fica fácil — e comparar semanas, praças e perfis passa a fazer sentido.
O ROI aparece quando esses indicadores melhoram e — principalmente — quando a operação não para por causa do tablet. Some o valor do dado limpo, que alimenta CRM, BI e auditorias sem “faxina” posterior.
Mesmo com locação, alguns tropeços se repetem. O primeiro é pular o piloto: pequenos ajustes antes do roll-out salvam o go-live. O segundo é enfeitar a imagem: app demais vira suporte demais; mantenha o essencial.
O terceiro é subestimar energia e rede: tenha bases e contingência 4G/5G em áreas críticas. O quarto é update na hora errada: defina janelas e comunique. Por fim, offboarding sem dono vira risco: nomeie responsáveis por solicitar e confirmar wipe.
Um resumo útil para grudar na parede da operação:
RFP não é só “quantos tablets e qual modelo”. Descreva o trabalho para comparar maçã com maçã.
O que incluir:
Antes do go-live, simule um ticket e rode um piloto. Na comparação, foque no TCO do projeto (mensalidade + logística + horas de TI poupadas + impacto em KPIs), não só no preço mensal.
Em 10 dias, dá para sair do briefing e colocar a primeira onda em campo — sem heroísmo.
Perfis de uso, apps, integrações, políticas, praças e prazos.
Modelos, mensalidade, SLA, cobertura, logística, relatórios e KPIs.
Login/SSO, permissões, offline, scanner, mídia, sincronização.
Capas/películas, cabos, power banks (quando necessário) e QR de onboarding.
Tarefas reais, coleta de métricas, lista de ajustes.
Imagem refinada, janelas de update definidas.
Janela de entrega, contingência e contatos de suporte por praça.
Suporte em “modo evento”, monitoramento de uptime e de SLA.

Posso incluir chip/dados móveis no pacote ao locar tablet?
Sim. É comum locar tablet com linha corporativa (chip ou eSIM). Combine bloqueios de consumo (streaming pessoal, por exemplo) e relatórios por device para evitar surpresas.
Quem opera o MDM: meu time ou o fornecedor?
Há três arranjos: fornecedor opera; empresa opera; modelo híbrido. O importante é definir papéis: quem cria políticas, quem aprova updates, quem aciona wipe e quem responde por auditoria/compliance.
Como funciona a troca em caso de quebra durante a operação?
Você abre um ticket no canal combinado. Em capitais, a substituição costuma ocorrer em horas; em outras praças, 24–48h. Em dias críticos, mantenha contingência local (3–5% do parque).
Em operação de 2–3 anos, locar tablet ainda compensa?
Depende do TCO. Se você tem TI robusta, estoque de reserva, MDM interno e risco controlado, comprar pode reduzir custo direto. Se precisa de elasticidade, padronização e SLA de troca, locar tablet empresarial preserva tempo e previsibilidade.
Quais relatórios devo esperar?
Inventário (modelo, série, SO, status), incidentes (quebras, perdas, wipes), SLA cumprido/descumprido e compliance de políticas. Em alguns casos, dá para integrar esses dados ao seu BI.
O melhor elogio para a tecnologia é quando ela não vira assunto. Locar tablet empresarial faz justamente isso: entrega parque pronto, padrão consistente, segurança em ordem e troca garantida — para que a equipe execute sem tropeço.
Comprar pode ser ótimo quando o cenário é estável e previsível; fora desse quadrante, locar transforma o tablet em infraestrutura elástica, alinhada a metas, sazonalidade e território.
No fim do período, você encerra com dados limpos, inventário fechado e o calendário livre para o próximo ciclo.
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